sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Especial Dia dos pais

Entrei na faculdade no ano de 2008 e de lá para cá muitas coisas mudaram, mas a principal delas é que hoje sou pai de 2 criaturinhas lindas, que enchem minha vida de felicidade.

Nestes longos 5 anos perdi e ganhei muita coisa, já tinha perdido minha mãe em setembro de 2007, grande perda para mim, pois jamais imaginei que isso pudesse acontecer naquele momento, e é muito difícil não poder dizer até breve para alguém, principalmente quando este alguém é sua mãe - mas voltando ao assunto – em 2008 nossa família era composta só por Aline e eu, então, conseguia me dedicar bem aos estudos, era um aluno bem exemplar, tirava sempre notas altas.


Em 2009, a primeira grande perda (pós-faculdade) que tivemos foi minha sogra, me lembro de ter chegado da aula naquele dia e estava lavando a louça (a Aline estava de repouso por conta da gravidez dos gêmeos), escutei o telefone tocar, ela atendeu, e depois um longo silêncio, quando terminei de lavar a louça e fui até a sala, a Aline estava deitada no sofá, olhou para mim e disse: - Minha mãe acabou de falecer! - olhei para ela e perguntei se isso era realmente verdade, ela respondeu que sim e me pôs a par dos detalhes - É engraçado como encaramos a morte, ela nem sempre traz aquilo que esperamos, foi tudo muito triste, mas até naquele momento a Sra. Rosângela (minha sogra) nos emprestou um pouco de sua serenidade, adquirida na dor e sofrimento de seus últimos anos de vida, dor e sofrimento que nunca a fizeram desistir e claro não nos faria também, pois com ela aprendemos a sempre seguir.


Pois bem, o tempo passou, os gêmeos cresciam e tudo ia bem, até que no inicio de agosto deste mesmo ano sofremos outra grande perda, estávamos dormindo, e fui acordado pela Aline chorando ao meu lado, disse que tinha estourado sua bolsa e tinha perdido líquido. Minha primeira reação foi de acalma-la, confesso que eu estava desesperado, mas não poderia deixar isso transparecer, disse a ela que poderia não ser nada e que iríamos até o hospital, em resumo, os gêmeos nasceram e não sobreviveram. E mais uma vez lá fomos nós pensarmos sobre nossa existência, confesso que passamos por dias difíceis e nada nem ninguém poderia nos confortar a não ser o próprio Deus e enquanto estivéssemos juntos poderíamos superar.


A partir daí a Aline começou a procurar respostas e claro encontrou muitas, e graças a elas em novembro já estávamos a espera de mais um milagre, que, depois de longos nove meses veio ao mundo, o Miguel.


No dia que o Miguel nasceu confesso que não sabia o que fazer, tudo aconteceu rápido e da melhor forma possível, assisti aquele parto e confesso que me encantei, primeiro, por minha esposa, que mostrou ser muito forte e, claro, posteriormente, por aquele serzinho que mudaria nossas vidas para sempre, com noites mal dormidas, as cólicas e desafios de se aprender a ser pai, confesso que nos primeiros dias tive medo, mas não mais que o amor que gerou dentro de mim, e pouco a pouco fui aprendendo a cuidar dele.


A faculdade já não era mais a mesma coisa, continuei me esforçando claro, mas já faltava mais e tinha menos tempo de estudar.


Tudo piorou (do ponto de vista acadêmico) quando descobrimos que novamente estávamos esperando um bebê, ficamos desesperados, principalmente eu, pensei em desistir, trancar a faculdade, mas com ajuda da Aline persisti, e, desta vez os nove meses não pareceram longos, e em novembro de 2011, surgia em nossas vidas a Sofia. O desafio agora era outro, já sabíamos como fazer, como cuidar, mas nossa preocupação se voltou para o Miguel, pois não sabíamos como seria sua reação, apesar de já o prepararmos desde o inicio da gestação da Sofia, e, como sempre, ele nos surpreendeu, recebendo muito bem a novidade.Confesso que foram dias difíceis, principalmente para a Aline, que tinha de ficar em casa com os dois, e, enquanto um corria e fazia bagunça (Miguel), a outra (Sofia) mamava. Eu, ia para a faculdade todos os dias preocupado, não com as crianças, pois sabia que estavam bem cuidadas, mas com a Aline, que tinha de aguentar este fardo e a partir do nascimento da nossa princesa eu não conseguia estudar mais, foram dois anos em que estudava pouco e tinha que entender o que estudava pois sabia que não ia ter muito tempo para estudar.


Chegava em casa depois da faculdade, e ia ajudar de alguma maneira, pois muitas vezes(e foram muitas mesmo!), a Aline não tinha se alimentado, não tinha tomado banho e nem mesmo ido ao banheiro ,e depois que ela deitava e as crianças já estavam dormindo, eu ia estudar, muitas vezes sentava no chão da sala com o Notebook no colo pra não dormir e muitas vezes dormia sentado e acordava de madrugada sem entender o que estava acontecendo.Graças à Deus o tempo passou, e no fim de 2012 chegava ao fim minha jornada acadêmica, muitas vezes disse a mim mesmo que não sabia como tinha conseguido, mas no fundo eu sabia, consegui porque Deus esteve comigo, porque colocou ao meu lado alguém que nunca permitiu que eu desistisse e que sempre foi o alicerce de minhas batalhas e sou eternamente grato por sua vida, por seu amor e dedicação, minha grande esposa.Aprendi em 5 anos cursando direito que tudo é possível e que ninguém conhece nossas batalhas e cada um tem a sua, e por mais fácil que nos pareça precisamos respeitá-las, pois a dificuldade de uns nunca será a dificuldade de outros.


Aprendi que não existem regras pré-determinadas e as exceções sempre estão no meio do caminho, não só no direito, como também na vida e sempre é preciso estar preparado para elas, mas ao contrário do direito, na vida, ela não está escrita, pelo menos pelas mãos humanas, e sempre, por mais difícil que seja, ela sempre trará algo bom, pois Deus nunca nos permite passar por aquilo que não podemos suportar, por isso creia sempre, o melhor ainda está por vir.


Sidney R. Oliveira





sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Minha faculdade de Direito Parte II


Continuando minha faculdade de direito e lembrando algo muito importante, como disse no início, enfiamos a cara nas dívidas e não nos estudos como a maioria costuma a fazer. Modestamente falando, o Ney é o segundo cara mais inteligente que eu conheço pessoalmente, o primeiro é o meu pai, RS... Mas enfim, tivemos de fazer um financiamento na faculdade, pagávamos a metade a vista e a outra metade depois de formado, e assim foi até a metade do 3º ano, e depois ele conseguiu meia bolsa até o final do curso. E além de todas as contas de final de ano e começo de ano que todos conhecem, já chegaram nossos boletinhos com a divida atualizada de todos os meses que devemos, RS...
Minha mãe se foi, e como eu estava naquela euforia da gravidez e ainda de gêmeos, eu não senti tanto, minha ficha demorou muitooo pra cair, no velório eu ria pra todo mundo, falava dos gêmeos, contava o que tinha engordado, os enjoos, parecia que estava meio anestesiada de tudo aquilo. Só quando o caixão fechou é que eu me dei conta de que nunca mais veria a minha mãe. Os dias se passaram e eu continuava bem, preparando o enxoval, pesquisando tudo sobre gêmeos, ansiosa para confirmar se eram 2 meninos mesmo, mas o quarto já estava pintado de azul, pois tinha certeza de que minha mãe estava certa.
Enfim o médico me liberou do repouso, eu nem podia me conter, queria ir no Centro da Cidade, no shopping ver tudo de bebês. Então combinei com uns amigos de irmos ao shopping comer, demos uma voltinha, mas não fiz nada de esforço e nem andei muito. O pessoal assustou de como eu comi naquele dia, mas essa foi a gestação de eu mais sentia fome e engordei muito. Chegamos antes das 22:00 hs em casa e logo fomos deitar, e antes da 00:00hs (já estava dormindo), senti uma água saindo de dentro de mim, que era bem diferente de xixi. Acordei chorando e não conseguia falar o que estava acontecendo, mas logo o Ney percebeu e fomos para a maternidade que pretendia que eles nascessem, chegando lá, a plantonista que me atendeu, me examinou e disse que estava com a bolsa rota, tentou contato com o meu obstetra que parecia pouco se importar, disse que mandaria um médico no lugar dele, que nunca apareceu, mas o hospital não tinha leito disponível, a plantonista ligou para outro hospital explicando a urgência do atendimento, mas chegando lá, fiquei um bom tempo na recepção e depois um tempo ainda maior em uma segunda recepção, para o plantonista me dizer que eu fiz xixi na calça. O médico disse que me internaria pela minha insistência, mas por ele eu iria embora. Fiquei o domingo inteiro tendo contrações, mas todo plantonista que aparecia por lá, não dava a mínima, dizia que eu tinha feito xixi. O último que me examinou, disse que ia me mandar pra casa, pois eles estavam perdendo tempo comigo. Na segunda, eu ia ter alta, cheguei até falar isso para o Ney por telefone, mas der repente apareceu um novo plantonista, que quis saber o que estava acontecendo comigo e ele percebeu que eu estava em trabalho de parto, fez o toque, não me falou nada e até hoje eu não sei se estava toda dilatada ou não. Ele olhou para as enfermeiras e disse: - Vamos correr que eu peguei o pé de um!! Acho que foi um modo de dizer que eu estava toda dilatada, sei lá, não tomei nenhuma anestesia, a única coisa que ele me disse foi: -Aline, vamos ter que fazer o seu parto e seus bebês não irão sobreviver, pois são muito pequenos e será parto normal, para o seu bem, pois assim você poderá engravidar mas rápido. Eu não sabia o que fazer e dizer, apenas consenti com a decisão do médico, rezando para que Deus fizesse um milagre.  Eu estava sozinha e as enfermeiras já foram me transferindo para uma maca, eu peguei meu celular liguei pro Ney e disse que estava indo para a sala de parto.
O Ney chegou logo e conseguiu entrar meio a força para ficar comigo. Nasceu o primeiro e era um menino, o Ney chegou a vê-lo mexer, mas assim como o médico havia dito meu Estevão não sobreviveu. Tive que ficar em outra sala, esperando o Felipe descer, pois ele estava alto. Naquele momento, nem me lembrava do pavor que tinha de parto normal, só esperava de Deus um milagre e sentia meu bebezinho pulando dentro de mim, ficava imaginando o que ele estava sentindo depois de 5 meses juntos, a vida os tinha separado por alguns minutos, mas logo estava na hora dele nascer também e não tinha o que fazer. Ele também nasceu e foi junto com seu irmãzinho inseparável.
Assim que terminou o parto, eu tomei uma raqui, para retirarem a placenta, não entendo o motivo disso, mas assim foi o meu primeiro parto. As enfermeiras começaram a me tirar de lá, e pedi para ver os meus bebês, elas então mostraram os dois para mim, que nem consegui enxergar, e a minha maior dor é não ter a imagem deles na minha mente, não consigo me Lembrar do rostinho dos dois, me lembro apenas, que eles estavam formadinhos e perfeitinhos, minha avó disse para todo mundo que eram a cara da minha mãe, mas a mesma coisa foi com o Miguel e a Sofia. Fiquei uns 30 minutos em frente a uma sala de parto onde estava nascendo uma menininha, me lembro de ouvi-la chorar e de um dos médicos dizer para a mãe que era uma menina. Depois disso me levaram finalmente para o meu quarto, passei por um lugar onde estava lotado de pessoas da minha família, não queria falar com ninguém, e realmente não falei, só queria ficar sozinha.
Como as pessoas hoje em dias são descrentes, na sala onde ganhei os meus bebês não tinha uma incubadora, ninguém acreditava que um milagre poderia acontecer, que os meus filhos poderiam sobreviver, mas creio que essa parte da minha vida era algo que eu precisava passar. O médico me disse com convicção que eles não iriam sobreviver, será que ele nunca ouviu falar de Deus?? Pois no meu coração, eu acreditava que eles iriam sair comigo daquele hospital. Mas Deus sabe todas as coisas e nunca cai uma folha da árvore sem que Deus queira.
Depois do parto uma enfermeira disse ao Ney, que como os bebês tinham menos de 500 gramas, era opcional, poderia deixá-los no hospital, mas também poderia levá-los para que fossem enterrados. Assim começou uma briga do hospital com a minha família, que queria levar os bebês para serem enterrados , mas o médico chefe disse ao Ney que não permitiria que ele levasse, disse: - Deixe aqui, que a gente dá fim neles, (e disse a mesma coisa pra mim) – Pra que gastar dinheiro com isso?? O Ney então disse pra ele: -  Dr. Eu e minha esposa, acreditamos muito em Deus, e não importa se eles tem 200 gr, 300 gr, 500 gr... Eles são parte de nós, foram muito desejados, e eu quero sim enterrá-los. Mas se o Sr. Está dizendo que não vai liberar, tudo bem, mas quero uma declaração a próprio punho, assinada pelo Sr. dizendo que não está liberando, e depois a gente resolve.
Então o médico disse pra ele que não podia liberar, pois não foi ele que fez o parto, (desconversou) que era pra ele voltar mais tarde que o medico que havia feito o parto, iria liberar pra ele.
O Ney chegou mais tarde, o médico já estava lá e liberou os bebês, para serem enterrados, eu não pude estar, pois estava no hospital. Mas minha avó fez um batismo de intenção no cemitério mesmo, foi muito importante pra mim, nem tinha pensado nisso, mas quando fiquei sabendo, fiquei muito feliz.
Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ir para o quarto deles, mas não tinha mais nada, meus irmãos haviam tirado tudo do quarto, estava vazio, assim como o meu coração naquele momento, tinha apenas uma poltrona, mas em nenhum momento deixei de acreditar que Deus tinha um propósito maior para a minha vida, mas é claro que fiquei sem chão, o Ney ia trabalhar e eu passava o dia inteiro naquele quarto, sentada naquela poltrona. Pode parecer ruim, mas aqueles momentos foram importantes para mim, estava vivendo o meu luto, e me encontrando com Deus. Mas já não podia imaginar a vida sem filhos, por isso pedi muito a Deus que me presenteasse novamente.
Comecei a procurar outros médicos e logo, fui fazer um Ultrasson, o médico que fez o exame, disse que meu útero estava pronto para ter outro bebê, que eu poderia sair dali e engravidar, mas quando fui levar o exame para o médico olhar, ele me disse que meu útero era infantil e seria preciso fazer muitos exames, me mandou voltar no médico que fez o exame, pois naquele exame faltava algo que ele havia pedido. Fiquei arrasada, voltei no médico, que me atendeu prontamente e conversou muito comigo, me mostrou livros, me garantindo que meu útero não era infantil.
O Ney, marcou exames, eu já tinha lido um livro do  Neil Velez, que ganhei de uma amiga querida nos últimos dias de vida da minha mãe, e fiquei sabendo que ele estaria em São José dos Campos, não poderia deixar de ir, eu tinha certeza que Deus iria falar comigo nesse encontro, quando chegou o dia, fui com minha prima Flávia e minha tia Ane. Foi simplesmente maravilhoso, eu nunca senti tão forte a presença de Deus na minha vida, eu senti Deus curar todo o meu ser, o Neil Velez estava bem longe de mim, ele nem sabe que eu estava lá, não encostou a mão em mim, mas naquela noite, Deus me viu e tocou sua mão em mim e eu saí de lá certa disso. Nessa mesma semana, o resultado do exame do Ney saiu e por incrível que possa parecer estava mais do que normal, ele não tinha mais nada. Eu não me lembro ao certo se foi depois disso ou antes disso, mas eu e o Ney, fomos em um grupo de oração que não conhecíamos ninguém, e uma moça orou por mim e disse:
- Você está grávida??
Eu disse: - Não!!
Ela disse então: - Deus me deu uma visão se você segurando um menininho!!
Eu perguntei: - Só um??
Ela disse: - Sim, só um!!
Fiquei com aquilo na minha cabeça, não lembro ao certo a sequencia dos acontecimentos, mas foram todos seguidos, então um dia eu estava certa de que estava no meu dia fértil e tive certeza que havia engravidado naquele dia, naquela noite, eu nem conseguia dormir, pode ter sido psicológico, mas senti como se os meus folículos estivessem explodido. Eu utilizava um método, chamado Temperatura Basal, e com ele é possível saber se a sua menstruação virá através da temperatura do corpo, não sei se vou conseguir explicar, mas temos uma temperatura mais ou menos igual todos os dias assim que acordamos, mas quando ovulamos a temperatura sobe e fica alta até o dia de vir a menstruação, no dia que a temperatura cai a danada vem sem falta.
Depois desse dia, eu sempre fazia uma oração pedindo pra Deus, que se minha temperatura caísse, e depois que media e via que ainda estava alta, eu fazia uma nova oração agradecendo por ainda ter uma esperança.
Um dia antes da minha provável menstruação vir, medi a temperatura pela manhã e quase infartei de felicidade quando vi que a temperatura ainda estava alta, tive certeza naquele dia que estava grávida. Era uma sexta feira, não consegui me controlar e acabei contando para o Ney, e compramos o teste de gravidez. Já era a noite, fiz o teste e apareceu só uma listrinha. Fiquei arrasada, não era possível, eu nunca tive tanta certeza de algo na vida, disse pro Ney que era negativo e fui tomar banho. Quando saí do banho, fui jogar o teste no lixo, e vi mais uma listrinha bem clarinha, mas ela estava lá. Na segunda fiz o Beta no laboratório e estava eu mais uma vez grávida e de apenas 4 semanas. O resto da história vocês já conhecem, esse é o Miguelzinho, meu príncipe lindo, arteiro e inteligente.
Continua...



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sumida pra variar

Oi amigos, 

Me perdoem estar sumida, mas como disse uma amiga certa vez: - A felicidade consome completamente o meu tempo!!

E é bem verdade, as crianças foram um sonho realizado na minha vida e do Ney, porém, tem dias que eu pagava pra eles dormirem um pouco mais cedo, pra ter um tempo pra mim. 
Eles são lindos, fofos, dá vontade de morder e tudo que todo mundo fala (convencida eu?? Não, sou apenas mãe dos filhos mais lindos do mundo, você também deve ser, né, rs), mas não param nenhum segundo. Tem sido difícil entrar na net, mesmo com o Ney em casa, mas espero esse ano de 2013 dar um novo rumo a minha vida.

Desde que o RH entrou na minha vida, achei que realmente havia me encontrado nessa profissão, mas o que fala mais alto dentro de mim hoje é a profissão MÃE. Não desmerecendo nenhuma mãe profissional realizada, pois eu acho que a gente precisa sim, de ter uma vida financeira e profissional, mas EU, Mamãe Aline, sinto que no momento eu preciso estar com meus bebês. Por isso estou anunciando de primeira mão, que semana que vem começo minha faculdade de Pedagogia. E adivinha quem vai ficar com as crianças??? Ele mesmo, o Ney!! O que vocês acham que irá acontecer??

Prometo tentar contar o que acontecerá nos próximos capítulos.

Eu deveria ter dado ouvidos a minha mãe, as mães sempre tem razão em tudo e ela sempre me incentivou a ser professora, mas eu nunca havia me imaginado dando aula, mas hoje eu percebo o quanto Pedagogia é a minha cara, só tem a acrescentar na minha vida de mãe, e posso ter um pouco mais de tempo com meus filhos, trabalhando meio período.

Por hoje é só pessoal!!

Em breve, posto algumas pérolas do Miguel!!

Bjs!!